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Quando a gente vai à feira só temos uma coisa em mente: o que iremos comprar da nossa listinha! Contudo, precisamos ter muito cuidado com a procedência e cultivo das frutas e vegetais que compramos. A dica que daremos a seguir é muito fácil e ajuda bastante para protegermos nossa saúde.

Todas as frutas e vegetais a venda tem um adesivo colado nelas. Esse adesivo é o PLU (do inglês Price Look Up) e nele podemos achar uma sequência numérica. É dela que precisaremos para identificar a procedências dos alimentos, pois ela indica o modo de cultivo.


Se essa sequência numérica tiver apenas 4 (quatro) números, como na imagem da banana acima, é porque o alimento foi cultivado de maneira tradicional, com uso de pesticidas e fertilizantes. Nesse caso, o número indica apenas o código do produto vendido (4011 - banana).


Porém se a sequência numérica tiver 5 (cinco) dígitos, precisamos ver qual o primeiro deles. No caso de ser o número 8 (oito), como na imagem da maçã acima, se trata do que chamamos de OGM (Organismos Geneticamente Modificados). Nesse caso, a maçã em questão sofreu algum tipo de alteração genética em laboratório. Os outros 4 números restantes se referem ao código da maçã (4131 - maçã).


Ainda falando de sequências númericas com 5 dígitos, se o primeiro deles for 9 (nove), como na imagem da laranja acima, isso se deve a um cultivo livre de pesticidas. Os outros 4 números restantes da laranja cultivada biologicamente se referem ao código da fruta (4285 - laranja).

Alguns produtos estão muito mais sujeitos a tratamentos químicos com uso de pesticidas, como é o caso do morango, maçã, pêssego, uva, cereja, espinafre, tomate, pimenta.

Enquanto outros dificilmente são tratados quimicamente, por exemplo o abacate, milho, abacaxi, ervilha, cebola, aspargo, manga, mamão papaia, kiwi.

Portanto, quando voltar na feira ou no mercado, fique esperto para escolher o melhor para a sua saúde!

Até a próxima!

Fonte: http://resumodasaude.com/etiquetas-nas-frutas/




Muitos podem achar que o glúten é um carboidrato por ser encontrado em pães, massas, bolos, bolachas... Mas estão enganados!


O termo glúten se refere a um conjunto de proteínas (as prolaminas), substâncias encontradas no trigo, no centeio, na cevada e seus derivados - mais precisamente no endosperma, a reserva nutritiva do embrião da planta.


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A ingestão do glúten faz mal apenas para quem tem intolerância, alergia ou algum tipo de sensibilidade a esse componente alimentar. 

No caso da intolerância ao glúten,  as pessoas não conseguem digerir bem essa proteína, e por isso quando comem alimentos com glúten ficam com sintomas como dor de estômago, diarreia, tontura, alterações de humor, enxaqueca crônica, coceira na pele, gases, dor e inchaço abdominal.

No caso da alergia ao glúten, o organismo dessas pessoas "enxerga" o glúten como um corpo estranho. Então, é desencadeada uma reação imediata mediada pelo sistema de defesa do organismo, ou seja, são liberadas substâncias para combater esse invasor (por exemplo, anticorpos). Os sintomas são vermelhidões na pele, gases, dores de estômago, diarreia, vômitos e até impossibilidade de respirar (edema de glote).

No entanto, atualmente o glúten tem sido associado com ganho de peso. Será que isso é verdade? 
A retirada do glúten, em dietas para emagrecimento, está muito comum, porque associam essa proteína ao ganho de peso. É importante lembrar que o glúten acaba estando presente na composição de alimentos calóricos e não saudáveis. Mas não é ele que faz o valor calórico aumentar ou o produto não ser saudável.
O GLÚTEN NÃO ENGORDA! Os alimentos com glúten que engordam são, principalmente, aqueles que também têm alto teor de gordura e sal como ingredientes, por exemplo bolos e biscoitos. Mas, alimentos como pão ou torradas, apesar de terem glúten, só engordam se forem consumidos em grandes quantidades.
A melhoria da qualidade da alimentação é através do equilíbrio.









Vocês sabiam da existência dessa variedade de adoçante natural chamada xilitol?

Primeiro, vamos saber qual a sua origem. O xilitol é um adoçante natural encontrado nas fibras de muitos vegetais, como o milho, framboesa, ameixa, e outros, além de alguns tipos de cogumelos.

O interessante do xilitol é que ele não só se parece com o açúcar refinado, como também é tão doce quanto e cerca de 40% menos calórico.

Além disso, estudo científicos dizem que o consumo desse adoçante está ligado ao menor surgimento de cáries dentárias, uma vez que reduz a concentração de bactérias do gênero Streptococcus na flora bucal, o que resulta em uma placa menos aderente e de fácil remoção na escovação.

O xilitol também é indicado para paciente com diabetes pois, ao contrário dos açúcares convencionais, o xilitol independe de insulina para ser metabolizado pelo organismo, sendo, por isso, bem tolerado pelas pessoas portadoras de diabetes do Tipo I ou Tipo II.

Então, qual a desvantagem do xilitol?

A dose diária não deve ultrapassar 60 gramas, e em porções espaçadas, uma vez que o consumo excessivo tem efeito laxativo.

Outra desvantagem está no preço. Seu valor médio varia de R$39,00 a R$67,00 em um pote que contém 300g.

Outro cuidado no consumo do xilitol, também apontado por artigos científicos, é sua relação na estimulação de lipogênese, o que pode induzir a obesidade e a esteatose (gordura no fígado).