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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Bolo de Polvilho Doce


Imaginem uma tarde de um  dia qualquer da semana com o seguinte cenário: o sol, a brisa fresca balançando as folhas das árvores e plantas, uma rede, um bom livro e aquele aroma de bolo assando no forno. É ou não é a fotografia perfeita das férias... Foi assim que curti os meus dias de descanso.
Nós não temos ideia de como precisamos de pouco para estarmos bem. Fui obrigada a ficar longe dos inúmeros canais de tv a cabo, das inúmeras formas de estímulo visual que nos "distraem" a todo instante. Então, eu percebi que a tecnologia excessiva nos priva de curtir muitas coisas. Não devemos viver a vida através de telas de computador e tv.
Para coroar o final dessas férias bucólicas, fiz esse macio e delicioso bolo de polvilho doce.

Enjoy!


  • 4 colheres (sopa) de margarina
  • 3 gemas
  • 3 claras em neve
  • 1 e 1/2 xícara (chá) de açúcar
  • 1 xícara (chá) de polvilho doce
  • 2 xícaras (chá) de farinha de trigo
  • 1 colher (sopa) de fermento em pó
  • 1 xícara (chá) de leite

Bater a margarina, as gemas e o açúcar, até obter um creme esbranquiçado. Adicionar o leite, a farinha de trigo, o polvilho e o fermento. Misturar bem até adquirir uma massa homogênea. Acrescentar as claras em neve delicadamente. Untar e polvilhar uma forma. Levar ao forno preaquecido, 180ºC, por 35 minutos.

6 comentários:

  1. Olá

    Ora está aí uma coisa que nunca provei, cá em Portugal não conhecia até a pouco tempo.

    Bjcas

    As Papinhas dos Babinhos

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    1. Babinhos,

      Esse intercâmbio é bem legal. Experimente. Aposto que vai adorar.

      Beijocas

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  2. Adoro os bolos com o aspecto rústico como esse que mostras!
    Que delícia deve ser!

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    Respostas
    1. eu também gosto. São simples e extremamente saborosos

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  3. Conta-se que um CHINÊS chamado Manueling Juaquing, quando da tomada do Brasil, em 1500, encontrou o povo indígena, todos peladões, fazendo as índias, também peladonas, ralar a mandioca deles (a raiz mesmo) para fazer sair uma goma branca (era mesmo o aipim ou macacheira).
    Manueling timidamente, como todo chinês, se aproximou para ver como acontecia aquilo:
    O índio tirava a mandioca de um buraco (no chão) e a colocava na mão da índia.
    A índia descascava, com a mão, a mandioca que o índio lhe passava e ralava a bicha até fazê-la amolecer.
    A índia pegava a mandioca mole e a espremia com as mãos para o caldo branco sair e cair dentro de uma cabaça para ele secar.
    Dependendo do tempo de secagem ele se transformava em um pó branco doce (pouco tempo) ou azedo (muito tempo).
    Do pó doce os índios podiam fazer o m'beyýyú (bejú, biju ou beiju) que significa "grande pedaço de folha sem gosto". E é realmente isso se não tiver um recheio ou não for um bolo....
    O chinês Manueling ao ver tudo isso, usando sua sabedoria chinesa, concluiu:
    Se o filhot duma vaca é novilho, aintão o pó da cabaça era um pó-vilho.

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  4. Ola boa tarde
    achei super interessante
    sua receita
    nunca fiz bolo complementando com polvilho doce
    vou fazer pra ver
    um abraço!!

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